Conteúdo Original | Revista DBO

Anuário DBO | A hora e a vez das leguminosas

Elas são um caminho comprovado para pastagens mais sustentáveis

Estilosantes Bela consorciado com braquiária brizanta BRS Paiaguás. Foto: Alan Kardec Ramos/Embrapa

Por Marcelo Ayres Carvalho – Chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Cerrados, onde atua como pesquisador desde 1995. É engenheiro agrônomo, mestre em Ciências Agrárias e doutor em Agronomia pela Universidade da Flórida (EUA).

A pecuária brasileira, um dos pilares fundamentais do nosso agronegócio, enfrenta desafios constantes, como a flutuação dos preços da arroba de carne, dos insumos necessários para a produção e a necessidade crescente de produzir mais com menos impacto ambiental.

Nesse cenário, a busca por sistemas de produção mais eficientes e sustentáveis torna-se imperativa. É aqui que as leguminosas forrageiras emergem como uma solução estratégica e de baixo custo, capazes de revolucionar a produtividade e a rentabilidade das pastagens, especialmente nos sistemas de cria e recria. Ao integrar essas plantas às suas pastagens, o produtor não apenas otimiza o uso da terra, mas também investe em um futuro mais próspero para sua fazenda.

A inclusão de leguminosas em pastagens consorciadas com gramíneas representa um salto qualitativo e econômico. O principal benefício reside na sua capacidade de fixar nitrogênio atmosférico no solo, um processo natural que dispensa ou reduz drasticamente a necessidade de adubação nitrogenada. Essa “adubação gratuita” diminui os custos de produção e ainda enriquece o solo, melhorando sua estrutura e fertilidade a longo prazo. O nitrogênio é um dos insumos mais caros utilizados na pecuária, mas seu uso estabiliza a produtividade dos pastos, reduzindo o processo de degradação.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Estilosantes Bela consorciado com braquiária brizanta BRS Paiaguás. Foto: Alan Kardec Ramos/Embrapa

Por Marcelo Ayres Carvalho – Chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Cerrados, onde atua como pesquisador desde 1995. É engenheiro agrônomo, mestre em Ciências Agrárias e doutor em Agronomia pela Universidade da Flórida (EUA).

A pecuária brasileira, um dos pilares fundamentais do nosso agronegócio, enfrenta desafios constantes, como a flutuação dos preços da arroba de carne, dos insumos necessários para a produção e a necessidade crescente de produzir mais com menos impacto ambiental.

Nesse cenário, a busca por sistemas de produção mais eficientes e sustentáveis torna-se imperativa. É aqui que as leguminosas forrageiras emergem como uma solução estratégica e de baixo custo, capazes de revolucionar a produtividade e a rentabilidade das pastagens, especialmente nos sistemas de cria e recria. Ao integrar essas plantas às suas pastagens, o produtor não apenas otimiza o uso da terra, mas também investe em um futuro mais próspero para sua fazenda.

A inclusão de leguminosas em pastagens consorciadas com gramíneas representa um salto qualitativo e econômico. O principal benefício reside na sua capacidade de fixar nitrogênio atmosférico no solo, um processo natural que dispensa ou reduz drasticamente a necessidade de adubação nitrogenada. Essa “adubação gratuita” diminui os custos de produção e ainda enriquece o solo, melhorando sua estrutura e fertilidade a longo prazo. O nitrogênio é um dos insumos mais caros utilizados na pecuária, mas seu uso estabiliza a produtividade dos pastos, reduzindo o processo de degradação.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Continue depois da publicidade
Compartilhe: