Levantamento da Foco Saúde Animal revela quanto um animal doente deixa de ganhar no confinamento, bem como o prejuízo que a enfermidade traz para o produtor.

Por Renato Villela
Toda vez que se pensa num animal doente no confinamento, a primeira coisa que vem à cabeça é o custo com o tratamento, além do manejo adicional. O que nem sempre o produtor enxerga é quanto deixa de ganhar ao final do ciclo de engorda por causa da enfermidade. O prejuízo não está apenas no gasto com medicamentos, mas nos quilos a menos na balança. Essa conta foi feita pela Foco Consultoria Saúde Animal, de São José do Rio Preto (SP), que divulgou seu mais recente benchmarking. Os números, referentes a 2024, somam pouco mais de 2,5 milhões de cabeças, reunidas em 76 confinamentos.
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Por Renato Villela
Toda vez que se pensa num animal doente no confinamento, a primeira coisa que vem à cabeça é o custo com o tratamento, além do manejo adicional. O que nem sempre o produtor enxerga é quanto deixa de ganhar ao final do ciclo de engorda por causa da enfermidade. O prejuízo não está apenas no gasto com medicamentos, mas nos quilos a menos na balança. Essa conta foi feita pela Foco Consultoria Saúde Animal, de São José do Rio Preto (SP), que divulgou seu mais recente benchmarking. Os números, referentes a 2024, somam pouco mais de 2,5 milhões de cabeças, reunidas em 76 confinamentos.