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A saga da Flor Roxa, hoje referência em ILPF

Propriedade quase abandonou a pecuária, tropeçou na soja, mas se reergueu: abate novilhos o ano todo, reforma pastos com a leguminosa e tem estoques de eucalipto.

Vacada de cria em área sombreada por linha de eucaliptos: no total da fazenda, são 30 km de extensão.

Por Ariosto Mesquita

Nos anos 1990, os bois, criados a pasto, em sistema extensivo, demoravam de quatro a cinco anos para ficar prontos para abate na Fazenda Flor Roxa, situada às margens do Rio Paranapanema, no município de Jardim Olinda, localizado no noroeste do Paraná, na divisa com São Paulo. Na década de 2000, os proprietários da fazenda resolveram “surfar” na imensa onda da soja que tomava conta do norte do Estado e “enxugaram” a pecuária, transferindo área para a lavoura. Quase quebraram após três intensas secas seguidas, mas conseguiram “dar a volta por cima”. E que volta!

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