Produtores conhecem pecuária canadense

DBO está acompanhando o Probeef Canadá Experience, tour técnico organizado pela Nutron/Cargill

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Grupo de 21 produtores brasileiros integram o Probeef Canadá Experience. Foto: Maristela Franco

Segundo maior país do mundo, o Canadá tem uma pecuária muito peculiar, com sistema de produção baseado no confinamento desde a desmama, porque as pastagens simplesmente desaparecem no inverno prolongado, que registra temperaturas de até 40 graus negativos.

O rebanho de cerca de 11 milhões de cabeças é composto predominantemente por raças taurinas, especialmente as de origem britânica. O Canadá abate animais muito pesados (25 a 30@), como pôde observar o grupo de 21 produtores brasileiros que integram o Probeef Canadá Experience, tour técnico organizado pela Nutron/Cargill com o objetivo de conhecer um pouco da pecuária canadense.


DBO está acompanhando esse tour, que começou no dia 13 de maio, na cidade de Calgary, Estado de Alberta, no sudoeste do país, onde os produtores tiveram a oportunidade de visitar um frigorífico da Cargill com capacidade para abate de 4.650 cab/dia, com 2.000 funcionários trabalhando em dois turnos.

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A unidade tem investido bastante em programas de sustentabilidade, com destaque para uma caldeira para queima de material de risco para a doença da vaca louca (olhos, restos da espinha dorsal), que antes era colocado em um aterro sanitário e hoje é queimado para geração de energia.

No dia 14, os produtores puderam conhecer dois grandes confinamentos, localizados na cidade de Mossleigh, também em Alberta: o Schooten and Sons Feedlot, que tem capacidade estática para 75.000, e o Serfas Farms, que pode alojar até 45.000 cabeças de uma vez.

Foto: Maristela Franco

Os piquetes desses confinamentos são separados por cercas quebra-vento, feitas de maneira e com altura de quase três metros, para minimizar o efeito do vento gelado sobre os animais. No inverno, as baias recebem uma cama feita de palha seca, para evitar que percam calor.

Os animais são confinados por até 370 dias, dependendo do mercado ao qual se destina. As dietas são compostas basicamente por cevada, DDG de ilho e outros ingredientes. Todo o gado é rastreado e vendido pelo peso vivo, com rendimento pré-acordado de 61%.

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