Nesse momento de entressafra, sem boi de capim e baixa oferta de animais oriundos de confinamentos, a indústria frigorífica encontra dificuldades para comprar boiadas acabadas, o que ajuda a sustentar as cotações da arroba no mercado físico.
Como o consumo interno de carne bovina não evolui, algumas plantas seguem operando com capacidade ociosa.
Neste cenário, o que o pecuarista pode esperar para o mês de julho no mercado físico e também no mercado futuro do boi? Sobre esse assunto, a jornalista Juliana Camargo conversa com o médico veterinário Hyberville Neto, consultor e diretor da HN AGRO e colunista do Portal DBO.
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