Carne bovina: exportações brasileiras começam o ano com queda de 14,6% nos preços médios

Segundo a Abrafrigo, os preços médios caíram de US$ 4.630/t em jan/23 para US$ 3.954 por tonelada em janeiro de 2024

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As exportações totais de carne bovina em janeiro/24 (in natura + carnes processadas) começaram o ano com forte queda nos preços médios pagos pelos principais importadores do produto brasileiro.

Segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), os preços médios caíram de US$ 4.630 por tonelada em janeiro de 2023 para US$ 3.954 por tonelada em janeiro de 2024 (-14,6%).


A receita total, em janeiro deste ano, atingiu a US$ 930,6 milhões contra US$ 851,1 milhões em janeiro do ano passado, num crescimento de 9,3%, enquanto o volume embarcado teve aumento de 28%, com a movimentação passando de 183.817 toneladas em 2023 para 235.341 toneladas em 2024.

A associação compilou os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A China continua como o principal cliente da carne bovina brasileira, mas importou 3,1% menos em janeiro de 2024.

Das 100.164 toneladas de janeiro de 2023 reduziu para 97.056 t movimentadas neste ano, com queda na receita de US$ 485,3 milhões no ano passado para US$ 427,4 milhões em 2024 (- 11,9%). O preço médio pago pela China caiu de US$ 4.845 para US$ 4.404 neste ano (-9%).

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Os Estados Unidos foram o segundo maior importador da carne bovina brasileira em janeiro, crescendo significativamente na sua movimentação, mas reduzindo fortemente os preços pagos. Em janeiro de 2023, os norte-americanos pagaram US$ 5.214 por tonelada da carne bovina brasileira e em janeiro de 2024 o preço caiu 43,3% para US$ 2.957 por tonelada.

No volume, no entanto, aumentaram as aquisições de 15.296 toneladas no primeiro mês de 2023 para 49.850 toneladas no mesmo mês de 2024 (+225,9%). A receita saiu de US$ 79,75 milhões em 203 para US$ 147,4 milhões em 2024 (+84,8%).

Segundo a Abrafrigo, outro crescimento significativo no volume foi apresentado pelos Emirados Árabes, que ficou no terceiro lugar entre os maiores importadores. Em 2023 importou 2.880 toneladas em janeiro e em 2024 elevou as compras para 11.805 toneladas (+ 309,9%). A receita passou de US$ 13,35 milhões para US$ 54,52 milhões (+ 308,3%).

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No quarto lugar veio Hong Kong, com compras de 7.826 toneladas no ano passado e 10.716 toneladas neste ano (+ 36,9%), com a receita passando de US$ 24,8 milhões para US$ 34,9 milhões (+ 40,6%).

Na quinta posição chegou o Egito, com aquisições de 6.028 toneladas em 2023 e de 7.294 toneladas em 2024 (+21%), com receita saindo de US$ 20,4 milhões para US$ 25,5 milhões (+ 24,7%). No total, 67 países aumentaram suas aquisições, enquanto outros 56 reduziram compras em janeiro, informa a associação.

Não é permitida a cópia integral do conteúdo acima. A reprodução parcial é autorizada apenas na forma de citação e com link para o conteúdo na íntegra. Plágio é crime de acordo com a Lei 9610/98.

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