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A nova velha história de como o Brasil pode tirar bem mais de sua pecuária de corte

Leia o artigo do zootecnista Danilo Grandini, diretor global de marketing para bovinos da Phibro Animal Health

Foto: iStock/Mapa.

Por Danilo Grandini – Zootecnista, com pós-graduacão em análise econômica, e diretor global de marketing para bovinos da Phibro Animal Health

Em 2020, a produção global de proteína animal foi de 337 milhões de toneladas, 45% a mais do que há 10 anos. Nessa produção, a bovinocultura apresentou participação de 24%, em 2010, e de 20%, em 2020. Já a parcela da avicultura saltou de 25% para 35%. Os números falam por si e refletem a eficiência do setor avícola em responder, com eficiência e rapidez, à crescente demanda global por proteína animal.

Entretanto, mesmo com a proteína vermelha perdendo participação relativa, sua oferta foi maior em 23 milhões de toneladas de carcaça, comparativamente a seu histórico, contribuindo para atender a demanda gerada pelo crescimento populacional entre 2010 e 2020. Uma vez que o inventário de bovinos tem seus números globais praticamente estáveis nos 10 últimos anos (1,001 x 1,010 bilhão de cabeças), a diferença recai sobre a produtividade do setor.

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