Como o confinamento vem redesenhando a estrutura da produção de carne no Brasil

Por Danilo Grandini – Zootecnista, com pós-graduacão em análise econômica, e diretor global de marketing para bovinos da Phibro Animal Health.

Esse famoso bordão de Buzz Lightyear, nos filmes Toy Story da Pixar, aplica-se de maneira bastante simbólica ao nosso setor pecuário. Ele representa ir além dos limites, enfrentar desafios, perseguir sonhos e, sobretudo, explorar o desconhecido sem medo. Em 2014, analistas do Rabobank e da Meat & Livestock Australia (MLA) projetavam que o Brasil dobraria o número de animais terminados em confinamento, alcançando a marca de 9 milhões de cabeças por ano.
A estimativa feita há uma década errou por pouco: dados da Athenagro/ABIEC indicam que 8,8 milhões de animais foram confinados no País e as projeções mais recentes apontam para aproximadamente 9,25 milhões em 2025. À época, a grande dúvida australiana era se o Brasil conseguiria ingressar em mercados de alto valor agregado, como Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul — uma questão que, em grande parte, ainda permanece em aberto.
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Por Danilo Grandini – Zootecnista, com pós-graduacão em análise econômica, e diretor global de marketing para bovinos da Phibro Animal Health.

Esse famoso bordão de Buzz Lightyear, nos filmes Toy Story da Pixar, aplica-se de maneira bastante simbólica ao nosso setor pecuário. Ele representa ir além dos limites, enfrentar desafios, perseguir sonhos e, sobretudo, explorar o desconhecido sem medo. Em 2014, analistas do Rabobank e da Meat & Livestock Australia (MLA) projetavam que o Brasil dobraria o número de animais terminados em confinamento, alcançando a marca de 9 milhões de cabeças por ano.
A estimativa feita há uma década errou por pouco: dados da Athenagro/ABIEC indicam que 8,8 milhões de animais foram confinados no País e as projeções mais recentes apontam para aproximadamente 9,25 milhões em 2025. À época, a grande dúvida australiana era se o Brasil conseguiria ingressar em mercados de alto valor agregado, como Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul — uma questão que, em grande parte, ainda permanece em aberto.