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Anuário DBO | Para irmos ainda mais longe: o agro brasileiro e o papel da agricultura tropical no mundo

Em entrevista ao Anuário DBO 2026, o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues detalha a mensagem levada pelo agro brasileiro à COP-30 e os caminhos para o futuro da agricultura tropical

Foto: Moacir José

Roberto Rodrigues é engenheiro agrônomo, formado pela Esalq/USP, e professor emérito da Fundação Getulio Vargas (SP). Uma das principais figuras do agronegócio brasileiro, presidiu diversas entidades representativas do setor, como a Organização das Cooperativas Brasileiras, a Sociedade Rural Brasileira e a Associação Brasileira do Agronegócio. Foi secretário de Agricultura de São Paulo e ministro da Agricultura, de janeiro de 2003 a junho de 2006, durante o primeiro mandato do presidente Lula.

Paulista de Cordeirópolis, 84 anos, tem propriedade rural ‒ já partilhada para os quatro filhos ‒ em Jaboticabal, região nordeste de SP, onde se planta cana-de-açúcar e soja. Autor de 14 livros, integra diversos conselhos corporativos e institucionais ligados ao desenvolvimento sustentável e à inovação no agronegócio.

Durante a 30ª Conferência das Partes (COP) ‒ reunião anual de signatários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima ‒, que reuniu 191 representantes em novembro/2025, em Belém (PA), ele foi o enviado especial do agronegócio brasileiro, convite que recebeu do presidente do evento, embaixador André Corrêa do Lago.

Nesta entrevista, concedida ao jornalista Moacir José, editor deste Anuário DBO, em unidade da FGV na Avenida Paulista, ele fala sobre o que levou para a COP-30, especialmente um documento que detalha o que o Brasil conseguiu fazer nos últimos 50 anos, em termos de produtividade e transição energética e que pode ser seguido por outros países tropicais.

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Roberto Rodrigues é engenheiro agrônomo, formado pela Esalq/USP, e professor emérito da Fundação Getulio Vargas (SP). Uma das principais figuras do agronegócio brasileiro, presidiu diversas entidades representativas do setor, como a Organização das Cooperativas Brasileiras, a Sociedade Rural Brasileira e a Associação Brasileira do Agronegócio. Foi secretário de Agricultura de São Paulo e ministro da Agricultura, de janeiro de 2003 a junho de 2006, durante o primeiro mandato do presidente Lula.

Paulista de Cordeirópolis, 84 anos, tem propriedade rural ‒ já partilhada para os quatro filhos ‒ em Jaboticabal, região nordeste de SP, onde se planta cana-de-açúcar e soja. Autor de 14 livros, integra diversos conselhos corporativos e institucionais ligados ao desenvolvimento sustentável e à inovação no agronegócio.

Durante a 30ª Conferência das Partes (COP) ‒ reunião anual de signatários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima ‒, que reuniu 191 representantes em novembro/2025, em Belém (PA), ele foi o enviado especial do agronegócio brasileiro, convite que recebeu do presidente do evento, embaixador André Corrêa do Lago.

Nesta entrevista, concedida ao jornalista Moacir José, editor deste Anuário DBO, em unidade da FGV na Avenida Paulista, ele fala sobre o que levou para a COP-30, especialmente um documento que detalha o que o Brasil conseguiu fazer nos últimos 50 anos, em termos de produtividade e transição energética e que pode ser seguido por outros países tropicais.

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