O zootecnista Rogério Marchiori Coan, da Coan Consultoria, explica a importância da eficiência biológica para otimizar o desempenho técnico e econômico de confinamentos de bovinos de corte.

Por Rogério Marchiori Coan – Zootecnista e proprietário da Coan Consultoria, de Ribeirão Preto, SP.
O confinamento de bovinos de corte tem ganhado destaque nos últimos 20 anos, tanto pelo crescimento numérico quanto pelos avanços tecnológicos. Ele evoluiu, nos anos 70, de pequenas unidades de produção, com instalações e manejo “artesanais”, para, na década de 80, atingir projetos de maior escala adaptados às condições edafoclimáticas, que usam subprodutos agroindustriais e compram bois magros para engorda na entressafra, aproveitando o spread entre safra e entressafra.
A partir da década de 90, o confinamento passou a ser visto como ferramenta de “manejo estratégico”, impulsionado pelo aumento das exportações de carne. Para logo, nos anos 2.000, atrair grandes indústrias frigoríficas, com projetos abrangendo a engorda de até 100.000 cabeças durante o ano todo. Paralelamente, cresceu o número de prestadores de serviço tipo boitel, bem como de investidores que passaram a enxergar os confinamentos brasileiros como oportunidade de negócio.
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Por Rogério Marchiori Coan – Zootecnista e proprietário da Coan Consultoria, de Ribeirão Preto, SP.
O confinamento de bovinos de corte tem ganhado destaque nos últimos 20 anos, tanto pelo crescimento numérico quanto pelos avanços tecnológicos. Ele evoluiu, nos anos 70, de pequenas unidades de produção, com instalações e manejo “artesanais”, para, na década de 80, atingir projetos de maior escala adaptados às condições edafoclimáticas, que usam subprodutos agroindustriais e compram bois magros para engorda na entressafra, aproveitando o spread entre safra e entressafra.
A partir da década de 90, o confinamento passou a ser visto como ferramenta de “manejo estratégico”, impulsionado pelo aumento das exportações de carne. Para logo, nos anos 2.000, atrair grandes indústrias frigoríficas, com projetos abrangendo a engorda de até 100.000 cabeças durante o ano todo. Paralelamente, cresceu o número de prestadores de serviço tipo boitel, bem como de investidores que passaram a enxergar os confinamentos brasileiros como oportunidade de negócio.