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Wagyu: menos tempo de cocho, mesma qualidade de carne

USP realiza estudo inédito no mundo com a raça e comprova que uma redução significativa da idade de abate não interfere na qualidade da carne mais valorizada do mundo.

Animais participantes do estudo comparativo com duas diferentes idades, realizado na Fazenda Yakult, em Bragança Paulista (SP).

Por Larissa Vieira

Uma boa notícia para toda a cadeia produtiva de carne Wagyu, considerada a mais cara e macia do mundo: pesquisa inédita, conduzida pelo Laboratório de Ciência da Carne da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP), apontou que é possível manter a qualidade de carcaça, maciez e perfil saudável do produto mesmo com a redução de 15 meses na idade de abate tradicional de abate dos animais (cerca de 43 meses). Esse estudo traz novas perspectivas para os produtores da raça e para a indústria frigorífica, tanto do ponto de vista econômico quanto mercadológico e ambiental.

Até então, experiências de campo sinalizavam a necessidade de um período mais longo de criação para que a carne de Wagyu atingisse um nível máximo de maciez e sabor. O programa de certificação da Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos das Raças Wagyu (ABCBRW) aceita o abate tanto de animais puros quanto cruzados. Os POs são certificados com até 7 dentes, enquanto no programa de carne Angus, aceita-se bovinos de 2 a 4 dentes, dependendo do sexo e do tipo de cruzamento.

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Uma boa notícia para toda a cadeia produtiva de carne Wagyu, considerada a mais cara e macia do mundo: pesquisa inédita, conduzida pelo Laboratório de Ciência da Carne da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP), apontou que é possível manter a qualidade de carcaça, maciez e perfil saudável do produto mesmo com a redução de 15 meses na idade de abate tradicional de abate dos animais (cerca de 43 meses). Esse estudo traz novas perspectivas para os produtores da raça e para a indústria frigorífica, tanto do ponto de vista econômico quanto mercadológico e ambiental.

Até então, experiências de campo sinalizavam a necessidade de um período mais longo de criação para que a carne de Wagyu atingisse um nível máximo de maciez e sabor. O programa de certificação da Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos das Raças Wagyu (ABCBRW) aceita o abate tanto de animais puros quanto cruzados. Os POs são certificados com até 7 dentes, enquanto no programa de carne Angus, aceita-se bovinos de 2 a 4 dentes, dependendo do sexo e do tipo de cruzamento.

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