Conteúdo: 20/04/2023

Nem só de genética vive a doadora

Pesquisa indica que não se pode selecionar fêmeas somente pelo índice geral dos programas e sugere uso do AMH para aumentar as chances de sucesso na FIV

Fêmeas Nelore do rebanho Agrojem, em Miranorte, Tocantins.

Por Carolina Rodrigues

A escolha de uma matriz como doadora de embriões deve ser precedida de muito cuidado. É importante observar não apenas o mérito genético do animal (que é importante), mas também suas condições físicas e sua “saúde hormonal”.

Um estudo realizado pela Dstak Assessoria Pecuária, em parceria com a Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba, MG) mostrou que a simples observação do ranking da fêmea nos programas de melhoramento genético não garante alta taxa de oócitos viáveis, indicador de extrema relevância na fertilização in vitro (FIV), técnica cada vez mais usada no Brasil.

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Desmame precoce acelera produção

Fazenda do Pantanal tem bezerrada própria sem plantel fixo de vacas, faz desmama precoce e viabiliza sistema de recria-engorda em área problemática

Novilhas de 18 meses da Estância Esmeralda, em Corumbá (MS): desmamadas com 4 e prenhes com 14, seguirão para a engorda depois do parto. (Fotos: Ariosto Mesquita)

Por Ariosto Mesquita

Tecnologia simples, a desmama precoce pode ajudar a transformar o mais tradicional sistema produtivo pecuário, conhecido como “ciclo completo”. Quando usada junto com outras ferramentas nutricionais e reprodutivas, ela consegue acelerar o giro do gado, aumentar a lotação e, consequentemente, a produção de arrobas por hectare.

Na Estância Esmeralda, propriedade de 5.164 ha localizada em Corumbá (MS), região do Pantanal do Nabileque, a desmama precoce funciona como “porta de entrada” para um sistema intensivo, onde o bezerro sai do pé da mãe com quatro/cinco meses de idade, liberando-a para rápida engorda e abate com idade máxima de 30 meses, pesando 14,4@, em média.

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Pesquisa indica que não se pode selecionar fêmeas somente pelo índice geral dos programas e sugere uso do AMH para aumentar as chances de sucesso na FIV

Fêmeas Nelore do rebanho Agrojem, em Miranorte, Tocantins.

Por Carolina Rodrigues

A escolha de uma matriz como doadora de embriões deve ser precedida de muito cuidado. É importante observar não apenas o mérito genético do animal (que é importante), mas também suas condições físicas e sua “saúde hormonal”.

Um estudo realizado pela Dstak Assessoria Pecuária, em parceria com a Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba, MG) mostrou que a simples observação do ranking da fêmea nos programas de melhoramento genético não garante alta taxa de oócitos viáveis, indicador de extrema relevância na fertilização in vitro (FIV), técnica cada vez mais usada no Brasil.

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Fazenda do Pantanal tem bezerrada própria sem plantel fixo de vacas, faz desmama precoce e viabiliza sistema de recria-engorda em área problemática

Fêmeas Nelore do rebanho Agrojem, em Miranorte, Tocantins.

Por Carolina Rodrigues

A escolha de uma matriz como doadora de embriões deve ser precedida de muito cuidado. É importante observar não apenas o mérito genético do animal (que é importante), mas também suas condições físicas e sua “saúde hormonal”.

Um estudo realizado pela Dstak Assessoria Pecuária, em parceria com a Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba, MG) mostrou que a simples observação do ranking da fêmea nos programas de melhoramento genético não garante alta taxa de oócitos viáveis, indicador de extrema relevância na fertilização in vitro (FIV), técnica cada vez mais usada no Brasil.

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