Conteúdo: 17/04/2023

Aditivos alternativos podem melhorar desempenho no cocho

Pesquisa conduzida na Embrapa Cerrados mostra incremento de 11% no ganho de peso diário com mistura de probióticos, prebióticos e enzimas digestivas.

Animais do experimento comendo em cochos eletrônicos da Intergado.

Por Denis Cardoso

Com as crescentes restrições ao uso de antibióticos como promotores de crescimento em dietas para bovinos, devido ao risco de desenvolvimento de bactérias patogênicas resistentes, a busca por alternativas naturais intensificou-se no País, seja para substituição completa desses aditivos, seja para avaliação de sinergias com moléculas ainda autorizadas, como a monensina, que é empregada como anticoccidiostático.

Uma pesquisa conduzida pelo veterinário João Marcos Dourado Guerra, nas instalações da Embrapa Cerrados, em Santo Antônio de Goiás (GO), mostrou que, mesmo se a monensina for mantida na dieta, pode-se melhorar o desempenho animal usando uma mistura de probióticos com prebióticos e enzimas.

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Nova cultivar de trigo para silagem

MGS Brilhante surge como opção para cultivo na safrinha em regiões tropicais, fornecendo forragem de alta qualidade e capaz de garantir maior ganho de peso em bovinos do que a silagem de milho.

Colheita da MGS Brilhante para produção de silagem na Fazenda Pitangueiras, em Minas Gerais.

Por Larissa Vieira

Quando o inverno chegar no sul de Minas Gerais em 2023, a área plantada com MGS Brilhante – cultivar de trigo própria para produção de silagem – será ampliada na Fazenda Pitangueiras, em Jesuânia, município distante 351 km da capital mineira. Neste ano, serão cultivados 22 ha dessa forrageira, sendo 8 em terras de várzea e o restante nas áreas mais altas da propriedade. Em 2022, a área de plantio foi de 1 ha, em condições de sequeiro e a produtividade chegou a 33 t/ha. Toda a produção será ensilada.

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Precocidade das novilhas na ordem do dia

Palestrantes do “Novos Enfoques” reforçam a importância do protocolo de indução de puberdade no aumento da taxa de prenhez.

Por Denis Cardoso

O professor Mike Day, da Kansas State University (EUA), começou sua palestra no tradicional evento “Novos Enfoques”, realizado em Uberlândia (MG), entre os dias 23 e 24 de março, mencionando a teoria descrita por McCambell, em 1921, e que há muitas décadas já caiu por terra nos Estados Unidos: “Quando uma vaca de corte gera um bezerro aos dois anos de idade, nem ela nem suas crias serão tão grandes quanto seriam se a primeira parição tivesse ocorrido aos três anos”.

O motivo da citação é que Mike Day vê muitas fazendas brasileiras ainda se respaldando nesse mesmo conceito já ultrapassado e relutando em adotar estratégias reprodutivas para emprenhar novilhas mais cedo, de preferência aos 12-15 meses, faixa etária considerada alvo máximo de produtividade em sistemas de cria.

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Novo selo de carne bovina “no forno”

Embrapa trabalha na elaboração da marca conceito “Carbono Nativo”, para gado criado em áreas com árvores nativas.

Área de pasto com árvores nativas em Chapadão do Sul (MS), modelo que será testado a partir deste ano.

Por Ariosto Mesquita

A Embrapa Gado de Corte divulgou, durante a Dinapec 2023, realizada em março, que está desenvolvendo uma terceira marca-conceito dentro da “Plataforma Pecuária de Baixa Emissão de Carbono”, criada pela empresa em 2012 com o objetivo de valorizar a proteína vermelha brasileira produzido sob modelos sustentáveis, que mitiguem ou neutralizem as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) do setor.

A nova marca-conceito é a carne Carbono Nativo (CN), destinada a certificar bovinos criados em pastagens que têm árvores ou capões de vegetação nativa. “O protocolo do novo selo deverá ser apresentado até 2024”, informa o biólogo Rodiney Mauro, coordenador do projeto.

Como suas predecessoras (a Carne Carbono Neutro e a Carne de Baixo Carbono), a CN pretende oferecer garantias de produção sustentável aos consumidores, o que pode favorecer a colocação da carne brasileira em mercados mais exigentes.

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