Conteúdo: 20/12/2022

Genômica garante melhoria em touros de repasse

Fazenda em São Francisco do Guaporé (RO) investe em avaliação de DNA para elevar peso à desmama dos bezerros oriundos da monta natural

Touros da Fazenda Progresso.

Por Denis Cardoso

Diante dos avanços proporcionados pela Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) – ferramenta que, entre 2018 e 2021, avançou 130% no Brasil, atingindo mais de 26 milhões de sincronizações de cio, segundo cálculos da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP) –, uma pergunta não sai da cabeça dos pecuaristas que passam a utilizar a tecnologia em larga escala: o que fazer com os touros de repasse da propriedade?

Tal indagação faz todo sentido, já que os reprodutores utilizados na inseminação passam, cada vez mais, por provas rigorosas que comprovam a superioridade genética, o que invariavelmente resulta na geração de bezerros e bezerras mais pesados à desmama ou com maior desempenho materno, por exemplo, em relação aos lotes de animais nascidos de touros usados na monta natural, que geralmente não são testados da mesma maneira criteriosa adotada pelos programas de melhoramento genético da raça Nelore.

Uma das saídas seria descartar todos os touros da fazenda, apostando somente no uso repetitivo (até três ressincronizações) da IATF. É uma estratégia que exige uma organização mais rigorosa da fazenda, pois os animais precisam ser levados e manejados até o curral mais vezes.

Outra saída, que vem ganhando terreno, é a incorporação da genômica como ferramenta única de seleção dos animais. O médico veterinário Pietro Sampaio Baruselli, professor responsável pelo Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, confirma o crescimento de projetos de seleção de animais que passam somente pelo crivo da genômica, sem vínculo a um programa de melhoramento genético. “É, sim, uma tendência crescente, não só no Brasil, mas sobretudo em alguns outros países que se destacam na pecuária, tanto de corte quanto de leite.”

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Angus como herança

Eleita para o mandato 2023-2024, Mariana Franco Tellechea é primeira mulher a presidir a Associação Brasileira de Angus (ABA); confira a entrevista concedida à Revista DBO! 

Mariana Franco Tellechea.

Por Larissa Vieira

Mariana Franco Tellechea é a primeira mulher a presidir a Associação Brasileira de Angus (ABA). Eleita para o mandato 2023-2024 (dois anos), com direito a reeleição, a médica veterinária, pertencente a uma das mais tradicionais famílias selecionadoras da raça no Rio Grande do Sul, ela comandará a associação 60 anos após seu pai, Flávio Bastos Tellechea, ser eleito como primeiro presidente da entidade. Seu irmão, Neco Tellechea, também ocupou esse cargo entre 1984 e 1988.

Nascida em Porto Alegre, Mariana comanda a Cabanha Basca, em Uruguaiana (RS), referência na seleção de Angus, Brangus e cavalos Crioulo, conquistando vários prêmios em exposições e figurando entre as melhores do ranking da raça. Ao assumir a presidência da ABA, ela tem, dentre seus objetivos, fazer avançar o programa de melhoramento da raça na busca por animais capazes de gerar menor impacto ambiental, com mais eficiência na produção de carne.

Para isso, pretende lançar novas DEPs em 2023 (de eficiência alimentar, reprodutiva e stayability), além de avaliações genômicas para a raça Ultralack. Também pretende reforçar o marketing da raça com foco em sustentabilidade, conforme antecipou à repórter de DBO, Larissa Vieira. Confira!

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Comissão do Senado aprova PL dos Agrotóxicos

O texto aprovado pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária revoga a atual Lei dos Agrotóxicos, de 1989, e flexibiliza as regras de aprovação e comercialização desses produtos químicos

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